Alice Joana Gonçalves, artista visual, performer, e consultora na área da cultura desenvolve o seu trabalho cruzando disciplinas como a política, justiça social e a performance.
O seu trabalho de estreia, Apocalipse (2012), foi distinguido com o Prémio Nacional de Performance, a que se seguiram Minus e The Hunting. Colaborando com artistas como Julião Sarmento e Daddy G (Massive Attack), as suas performances têm sido apresentadas em todo o mundo, incluindo no MAAT em Lisboa e no Alvin Ailey American Dance Theater em Nova Iorque. O seu trabalho tem sido divulgado em revistas como a Arte Fórum e a Vogue, no programa Contentor 13 da RTP 2 e no documentário Rainha dos Cavalos da RTP, em três episódios. Como directora artística da organização sem fins lucrativos Pergunta Exótica, desenvolve vários projectos de ativismo cultural, tais como: JOY e Práticas Coletivas do Prazer; Prazer, Política e Arte; Não Sou Marcela Mas Também Faço Política. Alice Joana Gonçalves é ainda consultora e perita nas comissões de apreciação e acompanhamento da DGArtes (Direção-Geral das Artes), Ministério da Cultura, Governo de Portugal.
Oradoras:
Isabel Nogueira é doutorada em Belas-Artes, especialização em Ciências da Arte (Universidade de Lisboa) e pós-doutorada em História e Teoria da Arte Contemporânea e Teoria da Imagem (Université Paris 1 Panthéon-Sorbonne). É historiadora e crítica de arte contemporânea, professora e ensaísta. Professora na Sociedade Nacional de Belas-Artes, investigadora principal do CIEBA/Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, membro da Associação Internacional de Críticos de Arte (AICA) e do Institut Æsthetica: Art et Philosophie/Université Paris 1 Panthéon-Sorbonne. É editora da revista Arte e Cultura Visual (CIEBA), autora correspondente da revista Recherches en Esthétique e crítica na revista Contemporânea.
Ensaios recentes: A imagem no enquadramento do desejo: transitividade em pintura, fotografia e cinema (Book Builders, 2016); L’image dans le cadre du désir : transitivité dans la peinture, la photographie et le cinema (L’Harmattan, 2018); Teorias da arte: do modernismo à actualidade (Book Builders, 2019; 2.ª ed. 2020); Como pode ‘isto’ ser arte? Breve ensaio sobre crítica de arte e juízo de gosto (Edições Húmus, 2020); História da arte em Portugal: do Marcelismo ao final do século XX (Book Builders, 2021); Crítica de arte ou o espaço entre a Obra e o Mundo (Edições Húmus, 2021); Histoire de l’art au Portugal (1968-2000) (L’Harmattan, 2022); A encantatória visualidade: textos sobre cinema (Edições Húmus, 2023).
Carolina Iglésias Martins dedica-se à Consultoria em Inclusão Digital e Ética em IA no International Institute of Water Management, impulsionada pela convicção de que a tecnologia deve ser usada de forma ética e inclusiva.
Com Mestrado em Ciências Empresariais pelo ISEG, focada em sistemas de informação, e cursos de Liderança pela NOVA – School of Business and Economics e Epistemologia pela Universidade de Oxford, Carolina construiu uma carreira que cruza inovação e responsabilidade social.
Iniciou no mundo da música na Valentim de Carvalho, transitando para a tecnologia, onde se tornou Diretora de Operações e Sócia da DareData Engineering e também colaborou como Vice-Presidente para a Lisbon Data Science Academy. A Carolina vive segundo o princípio de ser gentil, preferindo a simplicidade dos ténis, simbolizando uma abordagem prática e terra-a-terra. Hoje, dedica-se a criar um futuro digital mais inclusivo, ético e equitativo para todos.
Luana Cunha Ferreira é Psicóloga clínica, terapeuta familiar e professora na Faculdade de Psicologia da Universidade de Lisboa. Doutorada em Psicologia Clínica e da Família pelas Universidades de Lisboa e Coimbra. Passou pela Universidade de Madison – Wisconsin, Universidade de Manchester (UK). Em Nova York esteve no City College NY e no Ackerman Institute for the Family, colaborando ativamente com a terapeuta de casais Esther Perel. É cofundadora da Associação Casa Estrela-do-mar. TedX speaker e autora de “Sete casais em terapia” (Editora Ego), é publicada em diversas revistas científicas internacionais da especialidade.
Maribel Mendes Sobreira é Filósofa e arquitecta por acidente, divide a sua prática entre o ensaio, docência, investigação e uma curadoria expandida. Mestre em Filosofia pela Faculdade de Letras da Universidade Lisboa (FLUL), e doutoranda em Filosofia na FLUL. O âmbito da sua investigação centra-se no conceito de espaço e as dinâmicas deste na constituição da subjectividade. Desenvolve pensamento crítico interseccional, através de vários ensaios, projectos de activismo curatorial, tal como participação em conferência, aulas abertas, palestras, laboratórios de leitura e discussão sobre cultura visual, queer, feminismo e antirracismo e arte contemporânea. É co-fundadora do ColectivoFACA um projeto de curadoria e cidadania ativa. Colabora com o MAAT e MAC/CCB e é investigadora em formação do Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa.
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