Festival Impacto

Débora Mirada

Débora Miranda, alfacinha de gema da colheita de 1985, apaixonou-se cedo por explicar aos outros o que a mãe, médica de família, lhe explicava sobre medicina.
Apanhou o bichinho da rádio na Alemanha e o das relações internacionais em Bruxelas, mas foi em Londres que juntou as duas paixões de infância num mestrado de jornalismo de ciência.
Nas últimas duas décadas, entre cá e lá, foi colhendo experiências na comunicação em saúde – das demências à malária, do cancro à literacia em saúde, da resistência a antibióticos à saúde pública durante a pandemia. A saúde mental levou-a a co-fundar a associação Manifestamente, pioneira do kit básico de saúde mental em Portugal. Os três anos em que foi funcionária da Organização Mundial da Saúde foram os mais exigentes de sempre.
Consultora, formadora e facilitadora, é na diversidade que floresce e é a fazer pontes que se sente realizada – entre disciplinas, linguagens, setores e pessoas. Atualmente, a sua ponte de eleição é aquela que une (ou deveria unir) a saúde humana, animal e do planeta.