Curta Metragem

Ciclo de curtas metragens Empatia 17 de novembro, 2024 16:00 Cine-teatro Turim INSCRIÇÕES Entrada Livre.Inscreva-se para assegurar o seu lugar A empatia é a capacidade de compreender e partilhar os sentimentos dos outros, uma caraterística humana fundamental que pode colmatar divisões e promover um sentido de unidade e compaixão. Através deste ciclo de curta metragem, pretendemos destacar histórias que dão vida a este conceito, mostrando as inúmeras formas como a empatia se pode manifestar e ter impacto nos indivíduos e nas comunidades. PROGRAMA CICLO DE CURTAS METRAGENS FESTIVAL IMPACTOO cinema como catalisador da mudança social16:00 – 16:45 Esta mesa redonda analisa o poder transformador do cinema como um meio que não só reflecte a sociedade, mas também desafia normas, estimula o diálogo e inspira a ação. Desde o esclarecimento de vozes marginalizadas até ao desencadear de movimentos globais, os nossos membros do painel irão explorar a forma como os cineastas aproveitam a narração de histórias para confrontar injustiças sociais e imaginar novas possibilidades de mudança colectiva.Convidados: Rui Simões, Luís Barros, Tiago R. Santos, Pedro Sena NunesModeração: Miguel Meneses Filmes de ficção 17:00 – 17:45 MONTE CLÉRIGO Uma meditação sobre o trabalho forçado e a indiferença social ESCRITO E REALIZADO por Luís CamposANO DE PRODUÇÃO 2022PAÍS DE ORIGEM PortugalDURAÇÃO 27.30”GÉNERO FicçãoLÍNGUA portuguêsProduzido por BRO Cinema, Matiné, Um Segundo Filmes, Corvo Film CompanyElenco: Gonçalo Almeida, Aayush Kandel, Kelly Bailey, Pedro Laginha, Paula Lobo Antunes, Pedro Pernas, Filipe AmorimProdutores Ana Almeida, Luis Campos, Mário Patrocínio, Pedro PatrocínioCo-Produtores Humberto Rocha, Pedro Medeiros, Tiago GomesDiretora de Produção Ana AlmeidaDiretor de Fotografia Pedro PatrocínioDiretora de Arte Inês LebreaudMúsica Original BeatoMontagem Cláudia SilvestreMontagem e Mistura de Som João GazuaColorista Andreia BertiniCom o Apoio Financeiro do ICA – Instituto do Cinema e AudiovisualCom o Apoio da Câmara Municipal de Odemira, Câmara Municipal de Aljezur, Craveiral Farmhouse, Planar, STP Audiovisuais KINTSUGI Um autorretrato que explora a identidade e a vulnerabilidade ESCRITO E REALIZADO por Fred FerreiraANO DE PRODUÇÃO 2024PAÍS DE ORIGEM PortugalDURAÇÃO 3.23”GÉNERO FicçãoLÍNGUA portuguêsOperador de Câmara, Som; Edição; Produção: Fred FerreiraAssistentes de Produção: Inês Serra, Lia Paladino, Marta Roquete, Valdir NevesMúsica: Alex Brian MIRROR Uma série de vinhetas sobre o efeito do observador e a interconexão ESCRITO E REALIZADO por Nuno SerrãoANO DE PRODUÇÃO 2024PAÍS DE ORIGEM PortugalDURAÇÃO 2.40”GÉNERO FicçãoLÍNGUA inglêsElenco: Alicia Lewington, Andrea Oña, Duarte Nóbrega, Hélder Agrela, Mara Freitas, Mariana do Carmo, Matylda Kepa, Paulo Gouveia, Patrícia Lopes, Salvador Miguel.1stAD: Andreia RodriguesGaffer: Délio GonçalvesPA: Ana BettencourtHair&Makeup: Nina MachadoExecutive Producer: Nuno Barcelos Documentários 18:00 – 19:00 AN IMPROVISED REALITY A fluidez da verdade e as expectativas sociais REALIZAÇÃO João Meirinhos e Elise LakerANO DE PRODUÇÃO 2014PAÍS DE ORIGEM InglaterraDURAÇÃO 22.06”GÉNERO Documental; não-ficçãoLÍNGUA inglêsMELHOR DOCUMENTÁRIO INTERNACIONAL FICSAM 20181º Prémio – An Improvised Reality de João Meirinhos e Elise Laker Indefinível Um olhar reflexivo sobre o significado da arte através do Hip Hop REALIZAÇÃO Bernardo SeixasANO DE PRODUÇÃO 2023PAÍS DE ORIGEM PortugalDURAÇÃO 7.59”GÉNERO Documental; não-ficçãoLÍNGUA portuguêsPARTICIPAÇÃO Wugori Guire AVAN GRA Nastyfactor Muleca XIXAjuda de Maria Garcia, Alexandre Malheiro, Pedro Borges, Leonor Caetano Fábio Quintiliano no YouTube Uma exploração da auto-expressão na era digital REALIZAÇÃO Sara Massa e Martim MoraisANO DE PRODUÇÃO 2024PAÍS DE ORIGEM PortugalDURAÇÃO 19.55”GÉNERO Documental; não-ficçãoLÍNGUA português Neo Liberty Uma análise da ligação humana em espaços virtuais REALIZAÇÃO Catarina Santos e Guilherme AlbertoANO DE PRODUÇÃO 2024PAÍS DE ORIGEM PortugalDURAÇÃO 12”GÉNERO Documental; não-ficçãoLÍNGUA inglêsFOTOGRAFIA Catarina Santos e Guilherme AlbertoARGUMENTO Catarina Santos e Guilherme AlbertoEDIÇÃO Guilherme AlbertoDIREÇÃO DE ARTE Ana JesusPESQUISA Ana JesusENTREVISTADOS “CQ”, “darkhymn”, “Sniperbori112” , “Rapter gange”, “jamie.sanders” , “Noah273737”, “Erinthox”, “Destyfox~”, “Broken_angel_”MÚSICA “Passing Through” by Erick McNerney“Dreamy Mode” by Chillpeach“Still Up” by Chillpeach“Land of Dreams” by Chillpeach“Spent Time” by Chillpeach“Just Free” by ChillpeachAGRADECIMENTOS Cândida Almeida, Rui Lança, André Santos, VRChat Inc., IADE – Faculdade de Design, Tecnologia e Comunicação Morada: Estr. de Benfica 723A, 1500-337 Lisboa Parceiro de Hospitalidade: INSCRIÇÕES
Narrativas Eclipsadas

Ciclo de conversas Narrativas Eclipsadas. Reescrever o passado para além dos preconceitos 16 de novembro, 2024 16:00 Teatro da Comuna INSCRIÇÕES Entrada Livre.Inscreva-se para assegurar o seu lugar A história, tal como tem sido tradicionalmente contada, é muitas vezes a história dos vencedores – enquadrada pelos que estão no poder e perpetuando narrativas que sustentam a sua autoridade. Mas, por detrás desta memória selectiva, encontram-se histórias eclipsadas, histórias não contadas de culturas e indivíduos inteiros, obscurecidas pelos preconceitos e parcialidades do seu tempo. Esta sessão procura envolver-se criticamente com estes silêncios na nossa compreensão histórica, perguntando como uma análise mais abrangente do passado pode moldar um futuro mais equitativo. Através de uma análise profunda das fontes e narrativas históricas, pretendemos descobrir como as histórias das experiências africanas, islâmicas e das mulheres foram moldadas, distorcidas ou omitidas por preconceitos colonialistas, patriarcais e culturais. Ao recuperar estas narrativas e ao lançar luz sobre perspectivas outrora marginalizadas, procuramos alargar a nossa perspectiva histórica e desafiar pressupostos enraizados. Nesta conversa com curadoria de José da Silva Horta pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, ao reconhecermos e abordarmos as omissões e os preconceitos no registo histórico, estaremos a munir-nos de meios para nos libertarmos dos padrões de exclusão que moldaram o passado e continuam a influenciar o presente. OradoresJosé da Silva Horta Professor Catedrático de História, da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, onde ensina História de África e Religiões Africanas. É Director e investigador do Centro de História da Universidade de Lisboa. As suas publicações e envolvimento em projectos têm sido dedicados à história antiga da África Ocidental, em particular da região entre os actuais Senegal e Serra Leoa, e as suas interacções com o Mundo Atlântico, entre os séculos XV e XVIII. Elisa Fauth Doutoranda no PIUD Hist, vinculada ao Centro de História da Universidade de Lisboa, com Bolsa de Doutoramento financiada pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia. Possui um mestrado em História da América Latina, tendo desenvolvido uma dissertação sobre as relações entre os discursos de género e a construção das feminilidades na imprensa periódica. Tem participado em seminários e congressos e publicado artigos e capítulos de livros em Portugal, no Brasil e noutros países. Os seus principais interesses de investigação incluem a história das mulheres e das relações de género, os direitos femininos e a cidadania. Gonçalo M. Ramos Doutor em História pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (2024), sendo investigador do seu Centro de História desde 2012. A sua investigação centra-se nas relações entre cristãos e muçulmanos na Baixa Idade Média e no Período Moderno inicial. Tem participado em eventos científicos nacionais e internacionais e publicado em colectâneas especializadas. Moderação por Miguel MenesesInterpretação LGP por Inês GonçalvesM>12 anos Acessibilidade durante as sessões Festival ImpactoPolíticas de bilheteira e acolhimento (bilhete acompanhante ou assistente pessoal);Acessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida.Se tiver um pedido de acessibilidade, uma pergunta ou um feedback para a equipa de acessibilidade, envie um e-mail para gestao@festivalimpacto.org. Serão realizados todos os esforços para satisfazer os pedidos efectuados com antecedência; os pedidos efectuados nos sete dias anteriores ao evento podem não ser garantidos. Morada: Teatro da Comuna, Av. Calouste Gulbenkian, Praça de Espanha, 1070-024 Lisboa Parceiro de Hospitalidade: INSCRIÇÕES
Desenhar o futuro

Ciclo de conversas Desenhar o futuro. A Co-Criação de Humanos e IA no Design 16 de novembro, 2024 18:00 Teatro da Comuna INSCRIÇÕES Entrada Livre.Inscreva-se para assegurar o seu lugar Na conversa “Desenhar o futuro. A Co-Criação de Humanos e IA no Design” exploramos a relação em evolução entre a criatividade humana e a IA, examinando tanto o entusiasmo como os receios que rodeiam esta nova tecnologia. À medida que a IA se torna cada vez mais sofisticada, surgem questões sobre a natureza da criatividade e da imaginação, bem como sobre o potencial da IA para substituir qualidades exclusivamente humanas. Esta conversa procura compreender de que forma a IA pode servir como parceira na concepção, expandindo as capacidades humanas em vez de as ofuscar e o compromisso que esta tecnologia respeite a originalidade e a autoria. Em última análise, imaginamos um futuro em que a IA serve como uma ferramenta de colaboração, assente na ética e na intencionalidade. Em vez de encarar a IA como uma ameaça à criatividade, este diálogo encoraja-nos a vê-la como uma oportunidade para repensar o design, inspirando-nos a considerar novas formas de os humanos e a IA co-criarem em harmonia, respeitando tanto a inovação tecnológica como as dimensões exclusivamente humanas do processo de design. Curador:Rui Lança Designer, professor universitário e mestre em artes tecnológicas. Foi diretor de arte em vários momentos da sua carreira na publicidade. Inicia a sua experiência na computação gráfica em 1990. Desde essa data tanto como consultor como formador sempre relacionou a criatividade e a tecnologia. No presente é professor, coordenador de cursos na área de multimédia e gere projetos nas áreas das indústrias criativas, desde o design e comunicação gráfica até à virtual e aumentada onde se encontra em estudos de doutoramento. Com uma carreira enraizada no design e na narrativa visual, teve o privilégio de testemunhar e contribuir para a revolução digital em Portugal desde os primeiros momentos em que a tecnologia começou a entrelaçar-se com a criação de imagens. Esta viagem no tempo não só alimentou a sua paixão pela evolução tecnológica nas narrativas visuais, mas também o posicionou como um entusiasta dedicado à expansão e ao enriquecimento da comunicação visual. OradoresGonçalo Negrão Diretor da Escola Superior de Tecnologia e Gestão do Instituto Piaget, em Almada, onde reside. A paixão por livros levou-o a ser livreiro enquanto estudava. Depois começou a carreira na inovação e transformação digital, passando pela Galp Energia e no Setor Público. Depois, em empresas de consultoria realizou projetos nos PALOP, Brasil, Jordânia, Tunísia, Chipre, EUA e Austrália, com foco na transição digital e ecossistemas de start-ups. Especialista em inovação para a OCDE e Comissão Europeia, Gonçalo é licenciado em Gestão, tem uma Pós-Graduação em eBusiness, um MBA em Logística, um Executive MBA em Criatividade e Inovação e uma Pós-Graduação em Compras e Inovação pela Wien Business School. Atualmente, está a finalizar o doutoramento sobre “Solidão e Ressonância Digital” na FLUL, onde reencontrou a “utilidade” da sua paixão pela literatura. Entre o ensino de e paixão pela escrita e poesia, gosta de explorar o papel da Inteligência Artificial na intermediação com o mundo. Victor Magano Motion designer que funde inteligência artificial e cultura visual, criando animações inovadoras explorando novas possibilidades estéticas e interativas. Destaca-se pelo entendimento técnico sobre efeitos visuais, explora novas formas de storytelling digital, sempre na interseção entre arte e tecnologia. A sua paixão pela inovação tecnológica posiciona-o na vanguarda de projetos que unem design, tecnologia e inovação e destaca-se pelo entendimento técnico sobre efeitos visuais. Le_Brimet “Afronauta” futurista, Director Criativo multidisciplinar português, nascido em São Tomé e Príncipe. A sua abordagem criativa abraça o conceito ArtCreTech, uma simbiose entre Arte, Criatividade e Tecnologia. Define-se como um Designer Computacional (Re)Generativo com um pensamento holístico e exploratório. Opera em ambientes ” phygital ” – entre o digital e o analógico. Nos últimos 10 anos conquistou reconhecimento e prémios internacionais. Foi recentemente destacado pela revista FRAME, como ” Ones to watch “. – uma distinção que destaca os criativos digitais mais proeminentes à escala global. Apresenta regularmente o seu trabalho nos maiores eventos e feiras de design do mundo. É fundador e director criativo da [ SPECTROOM ] , um atelier de arquitectura e design que desenvolve projectos em diversas áreas: design de produto, instalaçõesartísticas, arquitectura e pesquisa digital. A [ SPECTROOM ]está focada em implementar novas tecnologias na produção de formas e espaços, explorando combinações estratégicas entre processos (Re)generativos (design computacional), sustentabilidade e tecnologias de fabricação digital (impressão 3D, CNC e robótica). O objetivo é explorar o potencial das ferramentas digitais como catalisadores de processos criativos, transformando píxeis em átomos e protocolos virtuais em objectos tangíveis e ambientes físicos. António de Sousa Dias Compositor, artista multimédia, performer e investigador, é doutorado em Estética, Ciências e Tecnologias das Artes, Professor Associado com agregação na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, exercendo actualmente o cargo de Presidente da Faculdade. Autor de obras explorando diversos géneros (instrumental, eletroacústico, misto), música para cinema e audiovisuais (ficção, documentário, animação), performance, teatro musical e cruzamentos disciplinares. No seu percurso, o multimédia, a instalação e a criação visual também desempenham um papel importante. Moderação por Miguel MenesesInterpretação LGP por Inês GonçalvesM>12 anos Acessibilidade durante as sessões Festival ImpactoPolíticas de bilheteira e acolhimento (bilhete acompanhante ou assistente pessoal);Acessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida.Se tiver um pedido de acessibilidade, uma pergunta ou um feedback para a equipa de acessibilidade, envie um e-mail para gestao@festivalimpacto.org. Serão realizados todos os esforços para satisfazer os pedidos efectuados com antecedência; os pedidos efectuados nos sete dias anteriores ao evento podem não ser garantidos. Morada: Teatro da Comuna, Av. Calouste Gulbenkian, Praça de Espanha, 1070-024 Lisboa Parceiro de Hospitalidade: INSCRIÇÕES
Luz e sombra

Performance impacto Luz e sombra. Quatro histórias sobre saúde mental 14 de novembro, 2024 21:00 Fábrica Braço de Prata INSCRIÇÕES Entrada Livre.Inscreva-se para assegurar o seu lugar Dois actores. Um palco. Monólogos inspirados/encarnados em histórias reais sobre saúde mental. Nesta sessão, entramos no complexo tema do estigma da saúde mental através de uma série de monólogos evocativos e íntimos, em que dois actores dão vida a histórias reais de pessoas que enfrentam os desafios diários das perturbações mentais. Através desta poderosa abordagem teatral, o nosso objetivo é confrontar e desmantelar as percepções sociais que contribuem para o isolamento de tantos indivíduos. Cada monólogo revela realidades ocultas, oferecendo uma janela para experiências que são frequentemente invisíveis aos olhos do público. Ao partilhar estas viagens pessoais, esta sessão procura fomentar a empatia e a compreensão, convidando o público a reexaminar noções preconcebidas e a abraçar a força e a vulnerabilidade destas vidas frequentemente incompreendidas. Curadoria por Miguel Meneses: “O culto da beleza, da felicidade, da normalidade, da ordem afasta-nos cada vez mais da realidade no seu todo. A tentativa de suprimir/evitar/esconder a perturbação, a desordem, (natural e responsável pela origem da vida e do homem), resulta numa edição incompleta/ falsa da realidade. Gerando uma atrofia social. Que, não só nos afasta dessa (parte da) realidade, como enfraquece a nossa capacidade de resiliência e de lidar com tudo aquilo que não conseguimos controlar. Afastando-nos uns dos outros. Acima de tudo, incapacitando-nos de nos vermos uns aos outros. De nos aceitarmos. Como realmente somos. E essa será a grande distorção da vida e da realidade. Onde há luz há sombra.Este encontro procura abrir luz sobre essa sombra social. Esse lado do homem e da vida que continua a ser estigmatizado por grande parte da sociedade Ou por desconhecimento ou, simplesmente, por preferir olhar para o lado. Pretende-se que a partilha de histórias e experiências, em palco, nos mostrem que há muito mais para ver. Que nos ajudem a perceber como é viver com essa realidade e como ela faz, quer queiramos quer não, parte da vida. O bom, o mau, o verdadeiro. Mente a mente. Frente a frente.” Miguel Meneses Está há quase 30 anos ligado a projectos editorias com foco principal no texto e imagem. Colabora, também, de tempo a tempo, em modo b-side, como actor ou escritor em projectos ligados à ficção para cinema e televisão. Apresentador e moderador do Ciclo de Conversas do Festival Impacto. Actores: Ana Vieira Atriz, cantora, dobradora, voz-off e produtora com uma paixão por contar histórias através da arte da voz. Com vasta experiência em palco, estúdio e na produção de projetos audiovisuais, trago versatilidade e dedicação a cada trabalho, sempre em busca de novas formas de expressão. Miguel Pires Aos 10 anos, já fazia imitações “brilhantes” (dito por uma pessoa da qual não se lembra) e sempre foi muito activo nos teatros da escola. A representação e comédia tiveram que esperar um pouco porque decidiu tirar Direito. Afinal, Comunicação Social. Com mestrado em Gestão. Foi para uma empresa multinacional na Polónia, onde trabalhou como Category Manager durante 5 anos e negociou centenas de produtos na China e Hong Kong. Foi em Varsóvia que teve a primeira experiência de stand-up em palco (em inglês, apesar de também falar polaco fluentemente). Isso levou-o a despedir-se e ir para Londres estudar e actuar como stand-up comedian. Desde então, deu asas ao seu lado artístico. Abriu um supper-club em Londres chamado Wild Duck (aqueles restaurantes na própria casa), actuou como stand-up comedian um pouco por todo o país e tem ainda um projecto em que compra quadros antigos na Feira da Ladra e os transforma (por enquanto, ele não revela mais que isto). É 1/3 do elenco d’Os Profissionais e faz parte da companhia de teatro ACTUS.(P.S. – esta mini-bio tem um uso de parêntesis muito acima da média da OCDE) Acessibilidade durante as sessões Festival ImpactoAcessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida.Se tiver um pedido de acessibilidade, uma pergunta ou um feedback para a equipa de acessibilidade, envie um e-mail para gestao@festivalimpacto.org. Serão realizados todos os esforços para satisfazer os pedidos efectuados com antecedência; Morada: Fábrica Braço de Prata – Rua Fábrica do Material de Guerra 1, Marvila / Lisboa Acessos:Estação dos Comboios: Braço de PrataAutocarros: 728 e 714Estacionamento gratuito Parceiro de Hospitalidade: INSCRIÇÕES
Desvendar Impactos Invisíveis

Ciclo de conversas Desvendar impactos invisíveis 9 de novembro, 2024 18:00 Teatro da Comuna INSCRIÇÕES Entrada Livre.Inscreva-se para assegurar o seu lugar Quais são os impactos invisíveis das condições de saúde mental na vida das pessoas e como é que essas dificuldades se manifestam nas experiências quotidianas? Esta conversa, com curadoria de Cláudia Sampaio pelo Manicómio, confronta o estigma e a discriminação, muitas vezes negligenciados, com que se deparam os indivíduos que vivem com doenças mentais. A doença mental, embora frequentemente invisível, tem impactos profundos que nunca devem ser motivo de preconceito ou indiferença. Através de histórias pessoais e experiências partilhadas, procuramos desafiar os mal-entendidos generalizados que isolam as pessoas afectadas. Esta conversa não só lança luz sobre os fardos ocultos do estigma da saúde mental, mas também destaca práticas eficazes e esforços comunitários para promover a empatia, o respeito e o apoio.Em última análise, esta conversa convida-nos a reflectir sobre a nossa perceção colectiva da saúde mental e a nossa responsabilidade enquanto sociedade para garantir que a saúde mental é priorizada juntamente com a saúde física nas discussões sobre inclusão e dignidade humana. Curadoria por Cláudia Sampaio pelo ManicómioManicómio Espaço de Criação artística dedicado à capacitação e reinserção psicossocial e profissional de pessoas com experiência de doença mental. É o primeiro espaço de criação e inovação de Arte Bruta em Portugal,em cowork regular juntando artistas-doentes a outros criativos. Trabalhamos arte e a empregabilidade, ampliando-a a setores mais comerciais. Outros objetivos são redução do estigma, mudança de cultura saúde mental em empresas e no sistema público. Oradores:Fernando Mendes Designer desde 1990, cruzou sempre esta actividade com projectos de índole social, como a Revista CAIS, a Missão Paz em Timor, o Banco Alimentar, entre outras “missões” saídas do laboratório criativo da Forum Estudante. Coordenou a primeira revista dedicada à Internet em Portugal, a Cybernet e foi director de Design do Terràvista, portal de páginas web em língua portuguesa. Co-fundou um partido político, o Movimento Esperança Portugal. Em 2010, abriu o primeiro espaço de coworking do país, o Coworklisboa. No mesmo período, regressou à Academia, onde hoje leciona diversas unidades curriculares na área do design, da fotografia, da criatividade e da inovação. No NOW Beato – outro espaço de coworking – recebeu o Manicómio e os seus artistas. É aquariano, com ascendente em Lou Reed. Adora aves e odeia o barulho de copos, pratos e talheres a baterem uns nos outros. Nasceu em França, mas isso pouco interessa. Joana Ramalho É uma artista portuguesa nascida em 1990. Estudou Artes Plásticas na Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias em lisboa e especializou-se em Pintura com a Pós-Graduação na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa. Ao longo do seu trajeto artístico tem abordado temas como a caligrafia, a poesia e o amor. Participou em diversas exposições coletivas nacionais e internacionais desde 2015 até ao momento. Joana é uma artista representada pelo Manicómio desde 2019, o primeiro espaço de criação e galeria de Arte Bruta em Portugal com artistas residentes que têm ou tiveram algum tipo de experiência com doença mental. Desde 2023 tem vindo a desenvolver o seu trabalho como Moderadora de Artes no Hospital Júlio de Matos onde promove a expressão pessoal e artística de cada um. João Costa Ribeiro Médico psiquiatra, doutorado em ciências cognitivas e pós-graduado em expressões criativas terapêuticas. Co-fundador da Liminal Minds, a primeira clínica de terapia assistida por psicadélicos e ketamina em Portugal. Anteriormente, liderou a implementação desta terapia no Hospital Beatriz Ângelo e trabalhou com terapia de grupo e recuperação psiquiátrica. Co-criou o projeto Consultas Sem Paredes no Manicómio e procura novos imaginários para a saúde mental. Investigador associado do Centro de Filosofia das Ciências da Universidade de Lisboa, onde olha para a possibilidade metafísica de que a experiência psicadélica revela realidades imperceptíveis. Moderação por Miguel MenesesInterpretação LGP por Inês Gonçalves Acessibilidade durante as sessões Festival ImpactoPolíticas de bilheteira e acolhimento (bilhete acompanhante ou assistente pessoal);Acessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida.Se tiver um pedido de acessibilidade, uma pergunta ou um feedback para a equipa de acessibilidade, envie um e-mail para gestao@festivalimpacto.org. Serão realizados todos os esforços para satisfazer os pedidos efectuados com antecedência; os pedidos efectuados nos sete dias anteriores ao evento podem não ser garantidos. Morada: Teatro da Comuna, Av. Calouste Gulbenkian, Praça de Espanha, 1070-024 Lisboa Parceiro de Hospitalidade: INSCRIÇÕES
Preconceito Poder e Violência

Ciclo de conversas Sob a superfície. Preconceito, Poder e Violência 9 de novembro, 2024 16:00 Teatro da Comuna INSCRIÇÕES Entrada Livre.Inscreva-se para assegurar o seu lugar Nesta conversa com curadoria de Luana Cunha Ferreira, “Sob a superfície. Preconceito, Poder e Violência”, procuramos aprofundar as forças profundas e muitas vezes não ditas que impulsionam os ciclos de danos nas nossas sociedades. Aqui, exploramos a forma como o preconceito e os estereótipos de género, alimentados por desigualdades sistémicas, alimentam as sombras sempre persistentes da violência que, muitas vezes, permanecem invisíveis. Ao espreitar por baixo da superfície, esforçamo-nos por compreender de que forma os preconceitos e as dinâmicas de poder não examinadas moldam um mundo onde o preconceito pode transformar-se em agressão e injustiça. Este debate é um convite a reconhecer estes padrões, a ver claramente e a resistir ao impulso de fechar os olhos ou endurecer o coração perante as realidades que muitos enfrentam diariamente. É um apelo a uma reflexão profunda sobre a forma como estes mecanismos de dano não são incidentes isolados, mas sim manifestações de sistemas culturais e institucionais enraizados.Ao examinarmos estas questões de perto, esperamos fomentar uma consciência mais apurada e inspirar a responsabilidade individual e colectiva de desafiar as raízes da violência. Curadoria por:Luana Cunha Ferreira Psicóloga clínica, terapeuta familiar e professora na Faculdade de Psicologia da Universidade de Lisboa. Doutorada em Psicologia Clínica e da Família pelas Universidades de Lisboa e Coimbra. Passou pela Universidade de Madison – Wisconsin, Universidade de Manchester (UK). Em Nova York esteve no City College NY e no Ackerman Institute for the Family, colaborando ativamente com a terapeuta de casais Esther Perel. É cofundadora da Associação Casa Estrela-do-mar. TedX speaker e autora de “Sete casais em terapia” (Editora Ego), é publicada em diversas revistas científicas internacionais da especialidade. Oradores:Carmo Gê Pereira Pessoa Trans não binárie, usa os pronomes ilu/dilu e ele/dele. Em 2008, criou um projeto português ligado à sexualidade de assessoramento erótico, realização de workshops, formações e tertúlias, sessões de cinema e eventos desde 2011 e aconselhamento sexual individual, para casais e outras estruturas relacionais desde 2015. Além do trabalho na área das sexualidades é parte do projeto OUTSIDE IN, um projecto da União Europeia para formação de formadores contra o discurso de ódio com o apoio do Erasmus+, e realiza educação comunitária nas áreas do cuidado, discurso de ódio, construção comunitária e prazer. Tem formação académica em ciências da comunicação, estudos de género e sexologia. Frequenta atualmente o Programa Doutoral em Sexualidade Humana da Faculdade de Psicologia e Ciências de Educação da Universidade do Porto. Diogo Monte-Mor Psicólogo Clínico formado pela PUC-Minas (Brasil) e Psicoterapeuta Humanista-Existencial formado no Instituto Humanista de Psicoterapia (Brasil), associado e membro de equipa do Men Talks Lisboa, que promove espaços de reflexão sobre masculinidades para construir uma sociedade mais comprometida com a igualdade. Pai, imigrante, feminista, antifascista. Lisa Ferreira Vicente Médica Assistente Graduada de Ginecologia- Obstetrícia, com Pós-Graduação em Medicina Sexual e reconhecimento de Competência em Sexologia pela Ordem dos Médicos. Membro da Direção da Competência de Sexologia da Ordem dos Médicos. Coordenadora da Comissão da Comissão da Sexualidade Feminina e Desafios Culturais da Sociedade de Sexologia Clínica (SPSC). Participa em atividades de formação, para profissionais de diferentes áreas do conhecimento, em temas como saúde sexual, saúde reprodutiva, sexualidade, saúde lgbtqia+, menopausa, mutilação genital feminina, contracepção, diabetes e aborto. É autora e coautora de textos e capítulos de livros sobre cuidados na diabetes, contracepção, sexualidade, Saúde Pública, Mutilação Genital Feminina. Autora do Livro “O Atlas da V”. Mariana Gonçalves, doutorada em Psicologia Aplicada, é Professora Auxiliar na Escola de Psicologia, da Universidade do Minho. É coordenadora do Laboratório de Investigação Vítimas, Ofensores e Sistema de Justiça, no Centro de Investigação em Psicologia, da mesma Universidade. Desenvolveu e lidera a linha de investigação interseccionalidade, Violência e Trauma, cuja investigação se foca nas dinâmicas de violência interpessoal e no seu impacto em populações vulneráveis, nomeadamente populações migrantes e pertencentes a grupos minoritários. O seu trabalho explora também as práticas profissionais, com ênfase na competência cultural e em abordagens informadas pelo trauma, com o objetivo de melhorar o apoio oferecido a estas populações em diferentes contextos. Moderação por Miguel MenesesInterpretação LGP por Inês Gonçalves Acessibilidade durante as sessões Festival ImpactoPolíticas de bilheteira e acolhimento (bilhete acompanhante ou assistente pessoal);Acessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida.Se tiver um pedido de acessibilidade, uma pergunta ou um feedback para a equipa de acessibilidade, envie um e-mail para gestao@festivalimpacto.org. Serão realizados todos os esforços para satisfazer os pedidos efectuados com antecedência; os pedidos efectuados nos sete dias anteriores ao evento podem não ser garantidos. Morada: Teatro da Comuna, Av. Calouste Gulbenkian, Praça de Espanha, 1070-024 Lisboa Parceiro de Hospitalidade: INSCRIÇÕES
Identidade – Eu, tu e ele

Performance impacto Stand Up Philosophy | Identidade – Eu, tu e ele 7 de novembro, 2024 21:30 Fábrica Braço de Prata INSCRIÇÕES Entrada Livre.Inscreva-se para assegurar o seu lugar Stand Up Philosophy por Nuno Nabais Nesta performance, Nuno Nabais funde a filosofia com a arte performativa num género a que chama Stand-Up Philosophy, misturando humor, vida contemporânea e elementos filosóficos para explorar os intrincados temas da actualidade. A convite pelo Festival Impacto Nuno Nabais investiga questões sobre as quais os filósofos há muito se debruçam: Quem sou eu? Como é que eu existo em relação aos outros? E como é que o reconhecimento do “Outro” molda a minha compreensão de mim próprio? Em filosofia, o conceito de “eu” ou “self” representa o indivíduo consciente e pensante, aquele que percepciona, experimenta e procura compreender o mundo. Esta auto-consciência é fundamental, permitindo-nos questionar quem somos e o que significa existir. No entanto, o “Outro” – qualquer pessoa ou coisa fora do eu – desempenha um papel crucial na definição desta identidade.Através da sua performance, Nuno Nabais sublinha a importância do pensamento filosófico na exploração destas relações. Esta peça envolvente convida o público a refletir sobre a sua própria identidade e as ligações com os outros, tornando questões filosóficas complexas acessíveis e relevantes no mundo quotidiano. Nuno Nabais, 57 Lisboa. Director da Fábrica Braço de Prata. É licenciado em Filosofia pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (1979), mestre em Filosofia Contemporânea pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa (1983) e doutorado em Filosofia Contemporânea pela Universidade de Lisboa (1995). Colaborador do jornal Público para a área da filosofia desde o primeiro número. Assinou alguns textos para o Expresso na década de 90. Criou e dirigiu a primeira livraria de filosofia de Portugal, no Bairro Alto, entre 2001 e 2005. Em 2007 transferiu a livraria para o edifício da antiga Fábrica do Braço de Prata, em Marvila. Entretanto, na Editora Relógio d’Água, publicou um livro sobre Nietzsche e outro sobre Husserl. Foi professor de Teoria do Teatro na Escola Superior de Teatro e Cinema e na Universidade de Évora, ensinou Bio-Ética na Faculdade de Medicina e Epistemologia no Programa Doutoral em Ciência, Arte e Sociedade na Faculdade de Ciências. Desde 1984 que ensinou um pouco de tudo no Departamento de Filosofia da Faculdade de Letras de Lisboa. Acessibilidade durante as sessões Festival ImpactoAcessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida.Se tiver um pedido de acessibilidade, uma pergunta ou um feedback para a equipa de acessibilidade, envie um e-mail para gestao@festivalimpacto.org. Serão realizados todos os esforços para satisfazer os pedidos efectuados com antecedência; Morada: Fábrica Braço de Prata – Rua Fábrica do Material de Guerra 1, Marvila / Lisboa Acessos:Estação dos Comboios: Braço de PrataAutocarros: 728 e 714Estacionamento gratuito Parceiro de Hospitalidade: INSCRIÇÕES
Sementes da Mudança

Ciclo de conversas Sementes da Mudança. Inclusão e o papel da educação. 2 de novembro, 2024 18:00 Teatro da Comuna FOTOS Entrada Livre.Inscreva-se para assegurar o seu lugar A inclusão não é apenas um conceito; é um processo em evolução, uma semente com o potencial de transformar a forma como vivemos e nos relacionamos uns com os outros. À medida que desenvolvemos o tema ‘Sementes de Mudança. A inclusão e o papel da educação”, somos convidados a reconsiderar os próprios fundamentos da educação. Para além da mera transmissão de informação, como pode a educação atuar como uma força de justiça social, empatia e reflexão crítica? Como é que cultivamos uma educação que capacita, proporcionando não só conhecimento, mas também a autonomia e a confiança para enfrentar as complexidades de um mundo em constante mudança? Esta conversa será orientada por vozes que nos desafiam a refletir profundamente sobre o poder transformador da educação. Neste palco exploramos a forma como até as mais pequenas acções, semelhantes ao efeito borboleta, podem propagar-se pela sociedade, criando pontes e diálogos que conduzem a mudanças profundas na percepção colectiva. A mudança duradoura surge muitas vezes destas exposições delicadas e subtis, promovendo gradualmente uma presença onde a compreensão, o respeito e a inclusão florescem, provocando mudanças nas gerações vindouras. Curadoria por Inês Simões (Grupo Ageas Portugal) Oradores: Ana Margarida Azevedo, Secretária-Geral da Fundação Ageas. Ana Margarida Azevedo Pereira, nascida em Lisboa, é licenciada em Organização e Gestão de Empresas no ISCTE. Integrou, a AXA Portugal em 2002 na área de Parcerias e Protocolos. Passou por várias áreas dentro do grupo, desde o Marketing Estratégico à Direção de Responsabilidade Social Corporativa. Ocupa o cargo de Secretária-Geral da Fundação Ageas desde novembro de 2014. Faz parte dos Órgãos Sociais da Associação Portuguesa Amigos de Raoul Follereau (APARF) e foi membro da Direção da Associação de Pais e Encarregados de Educação da Escola EB / JI de Mira Sintra (APEMS1) durante 10 anos. Tem promovido e participado em diversas iniciativas de voluntariado corporativo através da Fundação Ageas, desde 2004. Filipa Pinto Coelho, especialista em comunicação social e marketing de luxo, redefiniu a sua carreira após o diagnóstico de síndrome de Down do seu filho Manuel, focando-se na inclusão social. Foi co-fundadora da Associação VilacomVida e pioneira do CafécomVida, uma empresa social dedicada à normalização da diversidade cognitiva na sociedade. Como diretora-geral da Joyeux Portugal, Filipa expandiu o Café Joyeux, um modelo de emprego para jovens adultos com deficiência intelectual, agora com várias localizações em Portugal. Através de projectos inclusivos como a Zara Home, continua a defender uma força de trabalho inclusiva, com o Grupo VilacomVida a empregar atualmente 84 pessoas, metade das quais com deficiências intelectuais ou sensoriais. O seu percurso reflecte o compromisso de redefinir as percepções da diferença e de defender a inclusão no local de trabalho. Fernando Ulrich, Economista, presidente do Conselho de Administração do Banco BPI ( não executivo). Mais de 40 anos de experiência no sector bancário. Ana Luísa Santos Licenciada em Ciências Psicológicas e Mestre em psicocriminologia Clínica pelo Instituto Universitário de Ciências Psicológicas, Sociais e da Vida desde 2011. Membro Efetivo da Ordem dos Psicólogos Portugueses. Arte-Terapeuta/Psicoterapeuta pela SPAT. Membro da Sociedade Portuguesa de Arte-Terapia. Sócia fundadora da Mundos de Papel Associação, onde é coordenadora de projetos e, em especial, Coordenadora do Projeto Gira no Bairro – Uma Esquadra Aberta à Comunidade. Moderação por Miguel MenesesInterpretação LGP por Inês Gonçalves Acessibilidade durante as sessões Festival ImpactoPolíticas de bilheteira e acolhimento (bilhete acompanhante ou assistente pessoal);Acessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida.Se tiver um pedido de acessibilidade, uma pergunta ou um feedback para a equipa de acessibilidade, envie um e-mail para gestao@festivalimpacto.org. Serão realizados todos os esforços para satisfazer os pedidos efectuados com antecedência; os pedidos efectuados nos sete dias anteriores ao evento podem não ser garantidos. Morada: Teatro da Comuna, Av. Calouste Gulbenkian, Praça de Espanha, 1070-024 Lisboa Parceiro de Hospitalidade:
Desafios Eticos da Comédia

Ciclo de conversas Acto de equilíbrio. Os novos desafios éticos da comédia 2 de novembro, 2024 16:00 Teatro da Comuna FOTOS Entrada Livre.Inscreva-se para assegurar o seu lugar A comédia é, desde há muito, um instrumento que permite ultrapassar os limites e desafiar as normas sociais. Da sátira antiga ao stand-up moderno, o humor reflecte as contradições e os absurdos da sociedade. A sua capacidade de provocar simultaneamente riso e desconforto faz da comédia um meio único para abordar temas sensíveis, testando frequentemente os limites da liberdade de expressão. No entanto, o potencial de dano é uma preocupação fundamental no debate sobre os limites éticos da comédia. Os críticos argumentam que, embora os comediantes possam ter a intenção de desafiar as percepções ou provocar ideais, o impacto do seu humor pode variar muito, dependendo dos antecedentes, das experiências e do contexto cultural do público. Este painel, integrado no ciclo de conversas dedicado ao preconceito, não pretende definir limites rígidos em torno do que é aceitável na comédia, mas sim explorar estas complexidades. Através de um diálogo aberto e empático, procuramos compreender como o humor pode desafiar ou reforçar preconceitos. O objetivo é fomentar uma conversa que promova uma escuta ativa, um envolvimento ponderado e uma apreciação do delicado equilíbrio entre liberdade criativa e responsabilidade social. Curadoria de Joana Gama Oradores: Joana Gama, Miro Vemba e Pedro Augusto Martins Joana Gama entrou com o pé direito em rádio no ano de 2007 quando se tornou locutora da rádio Mega Hits e continuou na RFM, no Grupo Renascença. Nessa mais de que uma década de rádio também passou pela Antena 3 – pela Prova Oral e pelas manhãs da 3. Integrou os projectos de humor online e on stage “banana-papaia” (com Rita Camarneiro) e, mais recentemente, “Comedy Therapy” (com Tânia Graça, David Cristina, Pedro Alves e André de Freitas). Trabalhou em conjunto com Rui Unas no Maluco Beleza, mas tendo também o seu emblemático podcast “Psychoterapia” (dos mais ouvidos de saúde mental) e agora o “Não Sei Ser” que dá o nome a esta nova tour. Autora publicada de vários livros, entre eles o biográfico “Alguém que me cale – as entranhas de quem tanto medo que já nem se assusta”, pela editora Arena. Miro Vemba é um humorista multifacetado de 27 anos, nascido em Angola, que rapidamente conquistou o público com seu talento em várias áreas. Além de comediante, é ator, bailarino, técnico de engenharia informática e ex-futebolista. Participou no reality show Big Brother da TVI, ganhando ainda mais notoriedade. Miro iniciou a sua carreira na maior produtora de humor de Angola, a “Goza’aqui”, onde se destacou em vários espetáculos e shows de comédia. Com uma presença marcante e um estilo único de fazer humor, ele cativou audiências e tornou-se um nome forte no entretenimento angolano. Atualmente, reside em Portugal, onde busca internacionalizar a sua carreira e expandir o seu impacto no cenário global da comédia e das artes performativas. A sua versatilidade e experiência em diversas áreas fazem dele um artista completo, sempre pronto para novos desafios. Pedro Augusto Martins é um psicólogo clínico especializado em psicoterapia de inspiração psicanalítica. Com uma vasta experiência em contextos terapêuticos individuais, de casal, familiares e institucionais, o seu trabalho centra-se no desenvolvimento do mundo interno e dos laços interpessoais. As suas referências teóricas incluem figuras-chave da psicanálise como Bion, Klein e Fairbairn. Atualmente exerce a sua atividade na Clínica Repetição e Diferença em Lisboa, tendo também trabalhado em contextos hospitalares e educacionais. Possui uma especialização avançada em psicoterapia e tem desempenhado um papel de liderança em associações profissionais, incluindo a POIESIS e a Epoché, e na Comissão de Ética para a psicoterapia psicanalítica. Moderação por Miguel MenesesInterpretação LGP por Inês Gonçalves Acessibilidade durante as sessões Festival ImpactoPolíticas de bilheteira e acolhimento (bilhete acompanhante ou assistente pessoal);Acessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida.Se tiver um pedido de acessibilidade, uma pergunta ou um feedback para a equipa de acessibilidade, envie um e-mail para gestao@festivalimpacto.org. Serão realizados todos os esforços para satisfazer os pedidos efectuados com antecedência; os pedidos efectuados nos sete dias anteriores ao evento podem não ser garantidos. Morada: Teatro da Comuna, Av. Calouste Gulbenkian, Praça de Espanha, 1070-024 Lisboa Parceiro de Hospitalidade:
territorio

Ciclo de conversas Será o nosso território inclusivo? 26 de outubro, 2024 18:00 Teatro da Comuna FOTOS Entrada Livre.Inscreva-se para assegurar o seu lugar A pergunta “Será o nosso território inclusivo?” convida-nos a refletir sobre a a forma como os nossos espaços públicos promovem ou dificultam a participação de todos os membros da sociedade. A verdadeira inclusão em ambientes urbanos significa mais do que apenas cumprir os requisitos básicos de acessibilidade física; deve envolver a conceção de espaços que tenham em conta as necessidades sensoriais, os desafios de mobilidade e as diversas formas como os indivíduos experienciam o mundo. Neste sentido, criar cidades genuinamente inclusivas não é apenas um desafio técnico, mas um desafio ético, baseado no reconhecimento da dignidade humana e da diversidade. Os espaços públicos inclusivos fazem mais do que apenas proporcionar acesso – permitem a independência, a dignidade e um sentimento de pertença para todos. Para fomentar estas qualidades, o design urbano deve envolver-se em processos participativos em que as pessoas com deficiência e outros grupos marginalizados não sejam apenas consultados, mas totalmente envolvidos nas fases de criação e planeamento. A importância dos ambientes sensoriais e sociais nos espaços públicos não pode ser subestimada; a inclusão significa não só acessibilidade física, mas também acessibilidade emocional e cognitiva, garantindo que todos possam aceder e desfrutar da paisagem urbana de forma segura e confortável. À medida que as cidades enfrentam os desafios crescentes das alterações climáticas e da rápida urbanização, os processos contínuos que enfatizam a inclusão devem estar no centro do planeamento urbano, garantindo que, à medida que evoluímos, o fazemos de uma forma que dá prioridade à acessibilidade, à equidade e ao respeito pelos direitos humanos. Curador:Luís Malheiro. Eng.º Electrotécnico (IST), membro Conselheiro (OE), especialista em Engenharia de Climatização e de Segurança pela Ordem dos Engenheiros, Perito Qualificado (ADENE), Consultor de Engenharia em Sustentabilidade e Descarbonização do Ambiente Construído. Fundou o ciclo de Jornadas de Climatização da especialização de Engenharia de Climatização da Ordem dos Engenheiros de que foi organizador e coordenador durante 9 anos. No meio académico, colaborou como assistente convidado no Instituto Superior Técnico e leccionou, como professor convidado, em várias instituições, entre as quais a Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, a Universidade Lusíada e a Universidade Lusófona. Foi fundador da LM – Projectos e Gestão de Instalações Especiais (hoje LMSI Engineering-Innovation & Sustainability), de que é Chairman, onde se tem dedicado à concepção de instalações técnicas inovadoras e sustentáveis e ao controlo de qualidade da construção de edifícios e empreendimentos.É também um reconhecido orador em inúmeras conferências e tem publicado artigos e entrevistas em várias revistas da especialidade. Oradores:Pedro Nave, Chefe da Divisão do Plano de Acessibilidade Pedonal da Câmara Municipal de Lisboa. Com formação académica na Faculdade de Arquitetura da Universidade de Lisboa (1992-1998), Pedro Nave estabeleceu uma carreira sólida no sector público, especializando-se em planeamento urbano, acessibilidade e manutenção de espaços públicos. De 2018 a 2023, ocupou o cargo de Chefe de Divisão das Brigadas Lx Norte, onde supervisionou a conservação e manutenção dos espaços públicos, garantindo que estes cumpriam as normas de acessibilidade e serviam a comunidade de forma eficaz. Anteriormente, desempenhou um papel fundamental como Coordenador Adjunto do Plano de Acessibilidade Pedonal de Lisboa, de 2013 a 2018, onde a sua experiência contribuiu para melhorar a mobilidade pedonal em toda a cidade. Nuno Malheiro da Silva. Iniciou o seu percurso profissional antes de entrar para a Faculdade de Arquitectura da Universidade de Lisboa, tendo colaborado em diversos gabinetes de arquitectura durante todo o tempo que esteve na Universidade. Em 1997, com 23 anos, fundou a sua primeira empresa de arquitectura. Em 1999 foi convidado para liderar uma empresa de engenharia de projecto de instalações técnicas, que mais tarde haveria de comprar, e em 2001 convida um amigo para criarem uma empresa de projecto de engenharia civil. Mais tarde, em 2005, funda o FOCUS GROUP agrupando diversas empresas complementares de projecto, materializando um conceito inovador – “One Stop Solution” – nos serviços de consultoria e projecto em Portugal. Nos últimos 27 anos projectou e coordenou dezenas de projetos dos mais variados tipos, quer em Portugal, quer no estrangeiro, incluindo edifícios residenciais, de comércio, de serviços e turísticos e ainda equipamentos desportivos e culturais, bem como Planos de Pormenor e loteamentos, Parques Urbanos e diversos projetos de mobilidade suave, em regime quer de encomenda pública quer privada. Paralelamente tem participado em diversos grupos de trabalho e conferências no âmbito da arquitectura e imobiliário. Carmen Lima. Licenciada em Engenharia do Ambiente, com especialização em Gestão Ambiental, pós-graduação em Construção Sustentável e mestrado em Planeamento e Construção Sustentável. É doutoranda em Engenharia do Ambiente no Instituto Superior Técnico. Os mais de 20 anos de experiência nas áreas da Sustentabilidade, Certificação Ambiental, Gestão de Resíduos e Amianto, assim como a ligação ao movimento ambientalista e cívico, levou a que tenha sido uma voz ativa na divulgação destes temas, bem como à participação como organizadora, oradora e moderadora em diversas conferências, audições e seminários, a nível nacional e internacional. É autora do livro “Não Há Planeta B: dicas e truques para um Ambiente Sustentável”. É consultora para a área da Sustentabilidade e ESG. Colaborou com a organização da Jornada Mundial da Juventude em Portugal (JMJ Lisboa 2023), na Direção de Diálogo e Proximidade a acompanhar a Sustentabilidade do evento. É Conselheira do CES – Conselho Económico e Social, em representação das Associações Nacionais de Defesa do Ambiente. Fundadora e Presidente da Associação SOS AMIANTO – Associação Portuguesa de Proteção Contra o Amianto. Membro do Conselho Executivo da Confederação Portuguesa de Associações de Defesa do Ambiente e Vice- Presidente da Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores de Bicicleta. Foi coordenadora do Centro de Informação de Resíduos da Quercus, Criativa e Coordenadora da Wasteapp. Participa com regularidade enquanto comentadora na especialidade de Sustentabilidade com os media. Joana Abreu Gorgueira, Gestora de projecto na área das acessibilidades na Associação Salvador que promove a inclusão de pessoas com deficiência motora. Licenciada em Gestão e Mestre em Marketing