Débora Miranda

Débora Mirada Débora Miranda, alfacinha de gema da colheita de 1985, apaixonou-se cedo por explicar aos outros o que a mãe, médica de família, lhe explicava sobre medicina.Apanhou o bichinho da rádio na Alemanha e o das relações internacionais em Bruxelas, mas foi em Londres que juntou as duas paixões de infância num mestrado de jornalismo de ciência.Nas últimas duas décadas, entre cá e lá, foi colhendo experiências na comunicação em saúde – das demências à malária, do cancro à literacia em saúde, da resistência a antibióticos à saúde pública durante a pandemia. A saúde mental levou-a a co-fundar a associação Manifestamente, pioneira do kit básico de saúde mental em Portugal. Os três anos em que foi funcionária da Organização Mundial da Saúde foram os mais exigentes de sempre.Consultora, formadora e facilitadora, é na diversidade que floresce e é a fazer pontes que se sente realizada – entre disciplinas, linguagens, setores e pessoas. Atualmente, a sua ponte de eleição é aquela que une (ou deveria unir) a saúde humana, animal e do planeta.
Miguel Coimbra

Miguel Coimbra Preferiu estudar design quando percebeu que os prazos da arquitetura não seriam compatíveis com a sua personalidade impaciente. Para terminar a universidade, precisou de trabalhar, o que o levou a descobrir a publicidade, onde se apaixonou pelo ambiente acelerado das ideias e das marcas. Criativo e diretor de arte na DMB&B, Z., JWT, TBWA e BBDO, e diretor criativo na MKT, conquistou vários prémios em festivais internacionais, como Eurobest, Clio Awards, Art Directors Club, One Show e Festival de Cannes, com dois Leões. Em 2004 começa a realizar na produtora Ministério, passa pela Takeiteasy e, em 2020, cria a el-Hey – creative production studio. Dezenas de marcas, campanhas e filmes depois, continua a sentir a mesma paixão sempre que tem uma folha em branco à frente. É fundador da marca de mobiliário ZERODOIS e pai de quatro filhos.
Beatriz Villas Boas

Beatriz Villas Boas 25 anos, Mestrado em Neuropsicologia pela Universidade Católica Portuguesa em Lisboa e Licenciatura em Psicologia. Atualmente está a fazer o estágio profissional enquanto psicóloga no Católica Research Center for Psychological, Family and Social Wellbeing, na Faculdade de Ciências Humanas da Universidade Católica Portuguesa. Foi estagiária no Centro de Medicina e Reabilitação de Alcoitão, onde teve experiência prática em contexto de avaliação e reabilitação neuropsicológica e na área da sexualidade. Publicou um artigo de opinião no Observador relativamente à saúde do cérebro. No seu Erasmus, em Valência, participou num projeto de empreendedorismo social tendo sido parte de uma das equipas finalistas. Fez um gap year a solo pelo mundo, tendo vivido nos Estados Unidos e na Austrália.
Nuno Libório

Nuno Libório Nuno Libório, 1975. Sempre foi um contador de histórias e não o sabia, aos nove anos escrevia as suas primeiras histórias para o jornal da escola. Estudou marketing mas as vendas eram uma escola de vida. Passou para as artes e para a educação e descobriu que é um polímata, acredita no ecletismo, na mistura do surf com a poesia e da pintura com o teatro. Acredita no poder da arte como catalisador da sociedade, e essa é a sua militância! Fundador da HumanScenes, uma empresa que trabalha o desenvolvimento pessoal de indivíduos e grupos através de técnicas e metodologias de educação não formal, com o objetivo fundamental de humanizar as relações, a comunicação interpessoal e os processos dentro das organizações, utilizando técnicas de teatro, storytelling, gestão de conflitos, empatia e game-based-learning.
Sebastião Malheiro da Silva

Sebastião Malheiro da Silva Sebastião Malheiro da Silva, 2001, Lisboeta. Iniciou recentemente o seu percurso profissional, tendo estagiado na Associação Portuguesa de Apoio à Vítima e no North-South Centre do Conselho da Europa em Lisboa. Mestre em Direitos Humanos e Democratização pelo Global Campus of Human Rights realizado em Veneza e Brno. Licenciado em Ciência Política e Relações Internacionais pela Universidade Católica Portuguesa em Lisboa. É também Pós-Graduado em Gestão de Projetos de Cooperação para o Desenvolvimento pela Universidade Católica Portuguesa e em Direito Internacional Humanitário e Direitos Humanos em Situações de Conflito pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa e pelo Instituto de Defesa Nacional.
Miguel Cunha Santos

Miguel Cunha Santos Miguel Cunha Santos, 1999, licenciado em Comunicação Social e Cultural, pela Faculdade de Ciências Humanas da Universidade Católica Portuguesa. Foi nomeado ao Prémio de Jornalismo Fernando de Sousa, em 2020, com uma reportagem que o levou ao Parlamento Europeu, em Estrasburgo, na França. Em 2022 regressou à RTP, onde trabalhou na redação de informação da estação, durante mais de um ano. Atualmente é jornalista e coordenador de noticiários na TVI e na CNN Portugal.
Inês Tomaz

Inês Tomaz Inês Tomaz (1998) é licenciada em Gestão pela Nova SBE e mestre em Estudos de Desenvolvimento pelo ISCTE-IUL. Tem experiência profissional em contextos internacionais de cooperação para o desenvolvimento e ajuda humanitária, com especial foco na igualdade de género e empoderamento feminino, proteção da criança, direitos humanos e desenvolvimento comunitário. Trabalhou em Portugal como gestora de projetos numa start-up de investigação aplicada aos direitos humanos e como assistente de programa na G4G Portugal, associação dedicada à promoção da liderança e mentoria feminina. Trabalhou também na Bolívia com a Médicos del Mundo, enquanto voluntária da União Europeia, com funções de apoio administrativo e financeiro. Desde 2017, desenvolveu uma experiência consistente de terreno em Moçambique, nomeadamente na Beira, onde trabalhou como assistente à coordenação de projeto numa instituição de acolhimento temporário de crianças vulneráveis. Nesse contexto, concebeu um projeto de empoderamento e educação não-formal de mulheres adultas, tema da sua tese de mestrado. Em 2026, inicia funções como Técnica de Ação Humanitária em Valência, Espanha, dando continuidade ao seu percurso profissional.
Guilherme Lindon Guerra

Guilherme Lindon Guerra Guilherme de Lidon Guerra tem 24 anos e é Presidente e Fundador da Associação Académica de Ciências Políticas e Económicas, uma organização dedicada a promover a educação política e económica nos jovens em Portugal. É formado em Relações Internacionais e Políticas Públicas pela Universidade Nova de Lisboa, tendo feito Erasmus na Sciences Po Paris. Em 2022, publica o seu primeiro livro de Poesia intitulado Sombra Chama, editado pela Húmus. Às relações internacionais e poesia, acrescentam-se a ciência, a fotografia e a economia, um mix improvável, mas fundamental para construir os alicerces geracionais do futuro.
Rui Lança

Rui Lança Rui Lança Designer, professor universitário e mestre em artes tecnológicas. Foi diretor de arte em vários momentos da sua carreira na publicidade. Inicia a sua experiência na computação gráfica em 1990. Desde essa data tanto como consultor como formador sempre relacionou a criatividade e a tecnologia. No presente é professor, coordenador de cursos na área de multimédia e gere projetos nas áreas das indústrias criativas, desde o design e comunicação gráfica até à virtual e aumentada onde se encontra em estudos de doutoramento. Com uma carreira enraizada no design e na narrativa visual, teve o privilégio de testemunhar e contribuir para a revolução digital em Portugal desde os primeiros momentos em que a tecnologia começou a entrelaçar-se com a criação de imagens. Esta viagem no tempo não só alimentou a sua paixão pela evolução tecnológica nas narrativas visuais, mas também o posicionou como um entusiasta dedicado à expansão e ao enriquecimento da comunicação visual.
Ana Sanches

Ana Isabel Sanches Ana Sanches nasceu em 1977 em Londres, filha de emigrantes portugueses no Reino Unido. Licenciou-se em Direito na variante de Ciências Jurídico Políticas em 2001, tendo o seu percurso profissional passado pela advocacia generalista durante alguns anos. Inquieta e idealista, por natureza, não hesitou em aceitar o desafio de assumir a direção do Gabinete Jurídico e de Cooperação Institucional e Internacional da Universidade Gregório Semedo em Luanda/Angola tendo abraçado, neste âmbito a causa de implementação de métodos alternativos de resolução de conflitos, através da criação do Centro de Mediação e Arbitragem. No presente a residir, novamente, em Lisboa é sua pretensão e projecto de vida colocar-se ao serviço da missão de uma sociedade mais justa e tolerante, vontade, necessidade e propósito que retira da sua formação em direito, paixão pelo pensamento, do seu espírito idealista, livros e experiências pessoais.