Não sou Marcela mas também faço politica

Não sou Marcela mas também faço politica 29 de setembro, 2024 16:30-18:30 Sala Visconti – Fábrica Braço de Prata O Palco Impacto é uma plataforma dinâmica onde entidades e agentes de mudança se reúnem para apresentar ideias, oferecendo reflexões relevantes sobre os desafios que enfrentamos e as acções essenciais para construirmos uma sociedade mais inclusiva. Esta plataforma servirá de veículo para o florescimento do pensamento e visão, onde curadores, oradores, artistas e intérpretes convergem para partilhar as suas ideias e experiências. Neste espírito, o Festival Impacto lançou as “Parcerias de Impacto”, estabelecendo alianças com organizações que partilham as mesmas ideias para amplificar estas vozes. A nossa última sessão de warm-up conta com a participação e parceria de “Não Sou Marcela mas Também Faço Política”, um programa noticioso apoiado pela DG Artes e pela Comissão Comemorativa do 50º Aniversário do 25 de abril. Esta iniciativa, através de episódios quinzenais, deu destaque ao discurso político não institucional, dando voz a dez movimentos espontâneos de cidadãos e a dez obras artísticas. Estas reflexões abordaram temas fundamentais da sociedade como o ambiente, a imigração, a justiça, a habitação, a saúde, o urbanismo, a cidadania e a igualdade. No Festival Impacto, “Não Sou Marcela mas Também Faço Política” apresentará uma síntese e reflexão sobre o seu percurso, reunindo os artistas e os representantes das associações num diálogo intimista e detalhado. Esta conversa irá explorar o papel da sociedade civil e dos artistas na construção de uma sociedade mais justa e equitativa. Os artistas e as organizações da sociedade civil são ferramentas essenciais do progresso em direção a um mundo mais equilibrado e livre de preconceitos. Através da arte, os criadores desafiam as normas sociais, expandem a nossa compreensão da diversidade humana e cultivam a empatia. As suas obras possuem a capacidade única de questionar estereótipos e sensibilizar para questões de justiça social. Simultaneamente, as organizações da sociedade civil defendem os direitos humanos e a equidade, mobilizando as comunidades para combater as desigualdades. Quando a arte e a ação social se unem, formam plataformas poderosas para o diálogo e a resistência, desencadeando a inclusão e contribuindo para uma mudança social transformadora. Entrada livre e sujeita a inscrição (lugares limitados) Pedidos de acessibilidade Se tiver um pedido de acessibilidade ou uma pergunta para a equipa de acessibilidade, envie um e-mail para gestao@festivalimpacto.org. Serão realizados todos os esforços para satisfazer os pedidos efectuados com antecedência; os pedidos efectuados nos sete dias anteriores ao evento podem não ser garantidos. Acessibilidade para cadeiras de rodas Os lugares nestes espaços designados são limitados e atribuídos por ordem de chegada. Para garantir a acessibilidade, encorajamos os participantes que necessitem de um espaço para cadeira de rodas a solicitarem-no com antecedência, contactando-nos através do e-mail gestao@festivalimpacto.org. Em alternativa, os participantes podem pedir ajuda a um membro da equipa do Festival à sua chegada a qualquer local. Embora não possamos garantir a disponibilidade no local, comprometemo-nos a fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para satisfazer prontamente todos os pedidos. A sua compreensão e cooperação são muito valorizadas. INSCRIÇÃO Parceiro de Hospitalidade Fábrica Braço de Prata Fábrica Braço de Prata – Rua da Fábrica do Material de Guerra, 1 Marvila, Lisboa – Portugal 1950-128 geral@festivalimpacto.org Acessibilidade para todosManifestoParceiros | Política de privacidade e cookies | © 2024 Festival Impacto
Família – Explorando novos horizontes

Família: Explorando novos horizontes e conexões humanas 20 de julho, 2024 18:00 So What Lisboa Na era moderna, a noção tradicional de família sofreu uma profunda metamorfose. Já não se limita às restrições das relações de sangue e dos laços matrimoniais, o conceito de família expandiu-se para abranger um conjunto diversificado de relações e estruturas. Esta evolução reflecte as mudanças dinâmicas nos valores, normas e estilos de vida da sociedade, desafiando-nos a reconsiderar o que significa verdadeiramente pertencer a uma família. Historicamente, a unidade familiar era predominantemente definida por laços biológicos e filiações legais. No entanto, à medida que as atitudes da sociedade em relação ao casamento, à paternidade e aos papéis dos géneros evoluíram, também evoluiu a nossa compreensão das relações familiares. No centro desta redefinição de família está o reconhecimento do amor e da amizade como os pilares fundamentais que unem os indivíduos. No entanto, apesar dos progressos alcançados na adoção de estruturas familiares diversas, o preconceito e o estigma persistem. As famílias não tradicionais continuam a enfrentar a discriminação e a marginalização, o que sublinha a importância de promover a empatia, a compreensão e a aceitação nas nossas comunidades. Ao redefinir este conceito, não estamos a apagar ou a querer discriminar o conceito tradicional da família, mas a expandi-lo para refletir as complexidades e realidades do século XXI. Nesta tertúlia abordaremos, entre muitas, as seguintes questões: • Como as definições tradicionais de família estão sendo desafiadas e reformuladas? • Quais são os novos paradigmas emergentes em relação à estrutura familiar? • Qual o impacto dos preconceitos e estigmas sobre famílias consideradas não convencionais? • Como o amor e a amizade se tornaram elementos fundamentais na definição de laços familiares? • Quais são os desafios e oportunidades apresentados pela diversidade familiar? • Qual o papel da sociedade na promoção da aceitação e inclusão de todas as formas de família? O lugares são limitados e apenas validados por inscrição prévia. INSCRIÇÃO Com curadoria de Bruno Neto Bruno G. M. Neto é um filantropo e humanista com uma vasta experiência em administração, gestão, incidência política e saúde pública. A sua carreira inclui a supervisão bem-sucedida de programas de saúde pública, educação e redução da pobreza na América Latina, África, Ásia e Europa. Foi agraciado com distinções de prestígio, como a Ordem do Cavaleiro da Liberdade, em reconhecimento das suas contribuições significativas. Bruno Neto é também um fotógrafo autodidata e colecionador de histórias, tendo o seu trabalho sido publicado na revista Visão. O seu percurso profissional engloba a defesa de causas e contributos impactantes para os media, tudo impulsionado por um profundo compromisso com a justiça social. O percurso académico de Bruno Neto inclui estudos de pós-graduação como Salford Business School e no Robert Kennedy College, em Master of Sciences (MSc) em Gestão de Projectos. Concluiu a formação executiva na Harvard Kennedy School of Government e estudou Resposta Humanitária a Conflitos e Catástrofes na Universidade de Harvard. Convidados âncora O que são as tertúlias Impacto? No centro desta iniciativa está o compromisso de cultivar conversas enriquecedoras e de promover um sentido de unidade entre diversas pessoas. Através de encontros informais, mas significativos, esforçamo-nos por criar um espaço onde as pessoas se possam reunir para dialogar, refletir e compreender-se mutuamente. Estes encontros servem como uma plataforma única para alargar os nossos horizontes e aprofundar o nosso apreço pelas perspectivas dos outros. Ao reunir pessoas de diferentes origens, experiências e pontos de vista, o nosso objetivo é promover o diálogo e a empatia. Guiados por convidados que trazem para a mesa conhecimentos e perspectivas, os participantes são encorajados a participar ativamente nos debates através de jogos interativos e iniciativas para quebra-gelo, que não só servem para quebrar barreiras e fomentar ligações, como também proporcionam um enquadramento para a exploração dos temas de referência do festival de uma forma dinâmica e cativante. Parceiro de Hospitalidade So What Lisboa So What Lisboa – Largo de Santos 1D Lisboa Perguntas sobre acessibilidade: Envie um e-mail para gestao@festivalimpacto.org para fazer perguntas e pedidos de acessibilidade ou aceda a página acessibilidade geral@festivalimpacto.org Acessibilidade para todosManifestoParceiros | Política de privacidade e cookies | © 2024 Festival Impacto
Redefinir a beleza

Redefinir beleza: Desafiar os ideais e abraçar a singularidade 20 de junho, 2024 18:20 Fórum Fnac Chiado Apesar dos movimentos de valorização, como Body Positivity and Neutrality, que defendem a aceitação e a valorização do corpo humano, persistem factores de condicionamento social que impedem a compreensão de que o nosso valor intrínseco como seres humanos, não está ligado à nossa forma física. A influência generalizada das redes sociais à escala global intensificou a homogeneização de padrões estéticos idealizados. A publicidade, as aplicações, os filtros e as personagens geradas por IA elevaram as noções de beleza e perfeição a níveis quase inatingíveis, transformando o corpo num objeto de apreciação coletiva e não num meio de expressão da identidade de cada um. Este debate tem como objetivo instigar uma análise aberta e sincera sobre padrões, ideais e preconceitos existentes. Ao desafiar activamente tanto as tendências emergentes como as noções profundamente enraizadas, esforçamo-nos por dar passos significativos no sentido de promover um mundo onde cada indivíduo é reconhecido e celebrado pela sua singularidade, ultrapassando os constrangimentos da mera aparência física. Com curadoria de Alice Joana Gonçalves Alice Joana Gonçalves, artista visual, performer, e consultora na área da cultura desenvolve o seu trabalho cruzando disciplinas como a política, justiça social e a performance.O seu trabalho de estreia, Apocalipse (2012), foi distinguido com o Prémio Nacional de Performance, a que se seguiram Minus e The Hunting. Colaborando com artistas como Julião Sarmento e Daddy G (Massive Attack), as suas performances têm sido apresentadas em todo o mundo, incluindo no MAAT em Lisboa e no Alvin Ailey American Dance Theater em Nova Iorque. O seu trabalho tem sido divulgado em revistas como a Arte Fórum e a Vogue, no programa Contentor 13 da RTP 2 e no documentário Rainha dos Cavalos da RTP, em três episódios. Como directora artística da organização sem fins lucrativos Pergunta Exótica, desenvolve vários projectos de ativismo cultural, tais como: JOY e Práticas Coletivas do Prazer; Prazer, Política e Arte; Não Sou Marcela Mas Também Faço Política. Alice Joana Gonçalves é ainda consultora e perita nas comissões de apreciação e acompanhamento da DGArtes (Direção-Geral das Artes), Ministério da Cultura, Governo de Portugal. Oradoras: Isabel Nogueira é doutorada em Belas-Artes, especialização em Ciências da Arte (Universidade de Lisboa) e pós-doutorada em História e Teoria da Arte Contemporânea e Teoria da Imagem (Université Paris 1 Panthéon-Sorbonne). É historiadora e crítica de arte contemporânea, professora e ensaísta. Professora na Sociedade Nacional de Belas-Artes, investigadora principal do CIEBA/Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, membro da Associação Internacional de Críticos de Arte (AICA) e do Institut Æsthetica: Art et Philosophie/Université Paris 1 Panthéon-Sorbonne. É editora da revista Arte e Cultura Visual (CIEBA), autora correspondente da revista Recherches en Esthétique e crítica na revista Contemporânea. Ensaios recentes: A imagem no enquadramento do desejo: transitividade em pintura, fotografia e cinema (Book Builders, 2016); L’image dans le cadre du désir : transitivité dans la peinture, la photographie et le cinema (L’Harmattan, 2018); Teorias da arte: do modernismo à actualidade (Book Builders, 2019; 2.ª ed. 2020); Como pode ‘isto’ ser arte? Breve ensaio sobre crítica de arte e juízo de gosto (Edições Húmus, 2020); História da arte em Portugal: do Marcelismo ao final do século XX (Book Builders, 2021); Crítica de arte ou o espaço entre a Obra e o Mundo (Edições Húmus, 2021); Histoire de l’art au Portugal (1968-2000) (L’Harmattan, 2022); A encantatória visualidade: textos sobre cinema (Edições Húmus, 2023). Carolina Iglésias Martins dedica-se à Consultoria em Inclusão Digital e Ética em IA no International Institute of Water Management, impulsionada pela convicção de que a tecnologia deve ser usada de forma ética e inclusiva.Com Mestrado em Ciências Empresariais pelo ISEG, focada em sistemas de informação, e cursos de Liderança pela NOVA – School of Business and Economics e Epistemologia pela Universidade de Oxford, Carolina construiu uma carreira que cruza inovação e responsabilidade social. Iniciou no mundo da música na Valentim de Carvalho, transitando para a tecnologia, onde se tornou Diretora de Operações e Sócia da DareData Engineering e também colaborou como Vice-Presidente para a Lisbon Data Science Academy. A Carolina vive segundo o princípio de ser gentil, preferindo a simplicidade dos ténis, simbolizando uma abordagem prática e terra-a-terra. Hoje, dedica-se a criar um futuro digital mais inclusivo, ético e equitativo para todos. Luana Cunha Ferreira é Psicóloga clínica, terapeuta familiar e professora na Faculdade de Psicologia da Universidade de Lisboa. Doutorada em Psicologia Clínica e da Família pelas Universidades de Lisboa e Coimbra. Passou pela Universidade de Madison – Wisconsin, Universidade de Manchester (UK). Em Nova York esteve no City College NY e no Ackerman Institute for the Family, colaborando ativamente com a terapeuta de casais Esther Perel. É cofundadora da Associação Casa Estrela-do-mar. TedX speaker e autora de “Sete casais em terapia” (Editora Ego), é publicada em diversas revistas científicas internacionais da especialidade. Maribel Mendes Sobreira é Filósofa e arquitecta por acidente, divide a sua prática entre o ensaio, docência, investigação e uma curadoria expandida. Mestre em Filosofia pela Faculdade de Letras da Universidade Lisboa (FLUL), e doutoranda em Filosofia na FLUL. O âmbito da sua investigação centra-se no conceito de espaço e as dinâmicas deste na constituição da subjectividade. Desenvolve pensamento crítico interseccional, através de vários ensaios, projectos de activismo curatorial, tal como participação em conferência, aulas abertas, palestras, laboratórios de leitura e discussão sobre cultura visual, queer, feminismo e antirracismo e arte contemporânea. É co-fundadora do ColectivoFACA um projeto de curadoria e cidadania ativa. Colabora com o MAAT e MAC/CCB e é investigadora em formação do Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa. Oradores Moderador Ciclo Conversas & Intérprete Língua Gestual Parceiro de Hospitalidade Cultura FNAC Perguntas sobre acessibilidade: Envie um e-mail para gestao@festivalimpacto.org para fazer perguntas e pedidos de acessibilidade ou aceda a página acessibilidade geral@festivalimpacto.org Acessibilidade para todosManifestoParceiros | Política de privacidade e cookies | © 2024 Festival Impacto
Cartoon político – O poder da narrativa visual
Cartoon político – O poder da narrativa visual 10 de maio, 2024 18:20 Fórum Fnac Chiado Nesta conversa teremos uma viagem pela história, pela criatividade da narrativa visual do comentário político e social, discutindo os papéis da sátira, da ironia e da provocação na ilustração. Abordaremos o papel do cartoon como voz contra a intolerância, assim como exploraremos o seu lado mais negro, expondo casos que perpetuaram estereótipos nocivos, desde os retratos colonialistas à propaganda nazi. Para além dos contextos históricos, discutiremos como o cartoon pode promover a compreensão mútua, o diálogo construtivo e a provocação com sentido crítico necessária para refletirmos. Abordaremos também as considerações éticas inerentes a esta forma de expressão e o delicado equilíbrio entre sátira e sensibilidade. Com curadoria de Nuno Saraiva Nuno SaraivaCom um percurso rico em arte e ilustração, Nuno Saraiva deixou uma marca indelével no panorama da imprensa portuguesa e não só. Nascido em 1969 na Mouraria, Lisboa, o seu percurso começou na Faculdade de Belas Artes de Lisboa em pintura e desde cedo mergulhou no mundo dos fanzines e da banda desenhada. A sua prolífica carreira como cartoonista e ilustrador editorial abrange colaborações com publicações de renome na imprensa nacional como Inimigo Público, Expresso, Observador, Público, a Time Out, Humanista (revista da Amnistia Internacional) e Mensagem de Lisboa, onde é ilustrador residente. O seu trabalho vai para além da imprensa escrita, é ilustrador não-oficial de vários murais de Lisboa, está publicado pela Esfera dos Livros, Abysmo Bertrand, ASA, PIM! edições, entre outras e é professor em escolas de arte como o Ar.Co e a World Academy, além de coordenar o curso de ilustração digital na Lisbon School of Design (LSD). Vasco Gargalo Nasceu em 1977 em Vila Franca de Xira, é um cartoonista premiado que colabora com imprensa portuguesa e estrangeira e cujo trabalho visual tem sido uma lupa sobre a atualidade política internacional e social. Os seus trabalhos são mais que reconhecidos, destacamos dois: a intitulada “Aleppo(nica)”, inspirado na obra “Guernica”, de Picasso, sobre a guerra na Síria e o prémio internacional “Cartoon Competition Against Forced Labour” promovido pela International Labour Organization e pela ONG Ressources Humaines Sans Frontières em colaboração com Cartooning for Peace.Cartoonista editorial e ilustrador em regime freelancer com formação e experiência nas Artes de Ilustração e Banda Desenhada no Ar.co e Faculdade de Belas-Artes de Lisboa. O seu trabalho tem sido publicado em diversos meios de comunicação nacionais e internacionais como a “Sábado”, “Jornal I”, “Courier Interncional”, “Groen Asterdammer Magazine”, entre outras. Membro da associação Cartooning for Peace, colabora regularmente com o Cartoon Movement e participa em várias exposições e festivais em Portugal e no estrangeiro. Recebeu vários prémios desde 2005. Catarina Sobral É ilustradora e designer gráfica. Estudou Design na Universidade de Aveiro e fez um mestrado em Ilustração no Instituto Superior de Educação e Ciências. Colabora regularmente como ilustradora para a imprensa, discos e cartazes. Recebeu o Prémio Internacional de Ilustração da prestigiada Feira de Bolonha em 2014 e a Menção Especial do Prémio Nacional de Ilustração em 2017. Faz direção de arte em teatro e cinema de animação e produziu o programa de rádio Contraconto. Publicou livros na col. Orfeu Mini, entre os quais GREVE e ACHIMPA (eleito Melhor Livro Infanto-Juvenil pela Sociedade Portuguesa de Autores). Oradores Moderador Ciclo Conversas & Intérprete Língua Gestual Parceiro de Hospitalidade Cultura FNAC Perguntas sobre acessibilidade: Envie um e-mail para gestao@festivalimpacto.org para fazer perguntas e pedidos de acessibilidade ou aceda a página acessibilidade geral@festivalimpacto.org Acessibilidade para todosManifestoParceiros | Política de privacidade e cookies | © 2024 Festival Impacto
A linha ténue entre a liberdade de expressão e o discurso de ódio
A linha ténue entre a liberdade de expressão e o discurso de ódio 12 de abril, 2024 18:20 Fórum Fnac Chiado A liberdade de opinião e de expressão é, sem dúvida, um dos direitos humanos fundamentais e um dos pilares das sociedades democráticas. No domínio da liberdade, prosperam outros direitos fundamentais como a reunião pacífica e a participação nos assuntos públicos. É inegável que os meios de comunicação digitais expandiram a nossa capacidade de procurar, receber e transmitir informações e ideias, mas esta era também assistiu a um aumento da polarização de opiniões. Neste contexto, os esforços legislativos para regular a liberdade de expressão suscitam grandes preocupações. O delicado equilíbrio entre a prevenção do discurso de ódio e a salvaguarda da liberdade de expressão deve ser cuidadosamente considerado. A pressa em classificar opiniões específicas como discurso de ódio levanta a questão: estaremos a ser demasiado apressados em silenciar as vozes discordantes? Restringir o discurso tem implicações de longo alcance, podendo deixar ainda mais marginalizados aqueles que já se sentem sem voz. Estas questões complexas desafiam-nos a navegar na linha ténue entre a preservação da liberdade de expressão e a proteção contra danos. Com curadoria de Vieira de Almeida & Associados (VdA) Orgulhosos da nossa história, construímos o futuro assente numa cultura que nos distingue e que nos une em torno de um desígnio comum. Uma cultura fundada na consciência de que a cidadania é a âncora da nossa prática e que faz da VdA uma firma aberta, inclusiva e solidária, focada nas pessoas e na justa oportunidade de realização de cada um, promovendo um elevado sentido de exigência connosco próprios, enquanto equipa e na defesa dos nossos clientes. Uma organização vibrante e inquieta, inovadora, que se afirma nas aspirações de um coletivo que quer ser parte ativa da solução para os desafios sociais e ambientais que enfrentamos enquanto Sociedade, mobilizando pelo exemplo de respeito, justiça e humanidade. O nosso propósito é, assim, nutrir e perpetuar esta cultura ancorada em valores éticos inabaláveis, que reconhece na colaboração e na confiança traços vitais, e que é vivida por quantos aqui trabalham. Acreditamos que esta força motriz que nos une e os valores que nos guiam constituem a inspiração que nos projeta para o futuro. Cuidar do que nos une. Estar à altura do legado de confiança, cidadania e decência. Ter presente o todo. Oradores: Martim Bouza Serrano É Sócio na CCA Law Firm na área de Tecnologias, Media e Telecomunicações e dedicou grande parte da sua atividade a questões relacionadas com a regulação dos media e a liberdade de expressão e informação, assessorando juridicamente, e de forma estratégica, jornalistas, meios de comunicação e empresas de tecnologia. Para além disso, tem também, desenvolvido atividade em projetos relacionados com tecnologias da informação, propriedade intelectual, comunicações eletrónicas, media e publicidade. Também tem estado focado no aconselhamento jurídico a empresas e entidades públicas em questões de estratégia e governance de dados e na coordenação de projetos de auditoria e implementação do Regulamento Geral sobre a proteção de dados. Nos anos de 2021 e 2022 fez parte do corpo docente do IADE – Faculdade de Design Tecnologia e Comunicação da Universidade Europeia, lecionando a disciplina de Direito e Ética do Marketing e da Publicidade. Ricardo Lafuente É designer, coder, defensor do software livre e ativista dos direitos digitais. Dirige, com Ana Isabel Carvalho, a agência de data journalism J++ Porto e o estúdio de design Manufactura Independente. Foi professor na Faculdade de Belas Artes da U. Porto e na Escola Superior Artística do Porto, orientando currículos à volta do design, web, interfaces digitais, hardware hacking e teoria do copyright. Esteve presente na fundação e cultivo (e nalguns casos no ocaso) de várias comunidades que vieram proporcionar espaços e tendências que faziam falta: o hackerspace Hacklaviva (2009-2012), os encontros Transparência Hackday Portugal/Date With Data (2010-2020), a Open Knowledge Portugal (2015-2020), a D3 (2017-), o Tilde.pt (2020-) e a Ciberlândia (2022-). Em todas elas esteve envolvido tanto na facilitação como na infra-estrutura técnica, sempre com recurso a ferramentas de software livre. Enquanto co-fundador e atual presidente da D3, tem coordenado a intervenção pública da associação em matérias como os metadados, apps covid, sigilo das comunicações, net neutrality, direitos de autor e, mais recentemente, a polémica Worldcoin. Alexandre R. Malhado É jornalista de investigação na revista Sábado. Licenciado em Comunicação Social e Cultural pela Universidade Católica Portuguesa, começou o seu percurso no jornalismo em 2015, no Observador. Nos últimos oito anos, tem-se dedicado a investigações a casos de corrupção e ao fenómeno populista em Portugal, que acompanha na seção de Política da revista Sábado. Entre as reportagens mais conhecidas, destacam-se as ligações de altos dirigentes do Chega a movimentos extremistas, a identidade dos principais financiadores e o caso das assinaturas falsas no processo de fundação do partido. Em 2020, fez parte da equipa que venceu o Grande Prémio de Jornalismo Económico da Universidade Nova/Banco Santander com a investigação “O Grande Assalto ao Banco do Estado”. Além de jornalista, leciona na Universidade Católica Portuguesa a cadeira de formação doutoral Dealing With Journalists. Margarida Melo Santos Nasceu em Coimbra em 1975. Licenciou-se em Economia em 1998, no ISEG (Universidade de Lisboa.) Em 1999 concluiu a pós-graduação em Relações Internacionais no ISCSP (Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas), em 2002 a parte curricular do mestrado em Gestão do Território na Universidade Nova de Lisboa e, em 2019, a pós-graduação em Regulação e Concorrência, na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. No final de 1999 iniciou atividade no Gabinete de Estudos e Prospetiva Económica do Ministério da Economia, onde desenvolveu trabalhos de investigação e participou em vários projetos como: os ‘Cenários prospectivos para a economia portuguesa’ e ‘Análise dos clusters portugueses’, em colaboração com o PROINOV e o Gabinete do Primeiro Ministro. Depois de 2003 trabalhou em diversos organismos públicos e privados na área da análise dos mercados e promoção da capacidade portuguesa. Ingressou na ANACOM em 2009, onde tem trabalhado na área da regulação, nomeadamente, dos serviços postais e das comunicações
Somos mesmo um país de brandos costumes?
Somos mesmo um país de brandos costumes? 14 de março , 2024 18:20 Fórum Fnac Chiado Nesta conversa, iremos aprofundar questões fundamentais ligadas à cultura, aos comportamentos sociais e às tradições. O nosso debate girará em torno de um espectro de tópicos, que vão desde as nossas abordagens à resolução de conflitos até aos níveis de tolerância e respeito que permeiam a nossa sociedade. Refletiremos também sobre a questão de saber se estas características são genuinamente exclusivas da nossa nação ou se têm repercussões na experiência humana em geral. Junte-se a nós na exploração da nossa pluralidade cultural, descobrindo ideias valiosas que contribuem para uma compreensão mais profunda da nossa identidade coletiva. Com curadoria de Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG) No ISEG, reconhecemos que a qualidade de vida das gerações futuras depende da forma como lidamos com os desafios atuais. Como parte de nossa abordagem plural, promovemos uma cultura de solidariedade e colaboração que ajuda a impulsionar o desenvolvimento sustentável. Há sempre espaço para novas ideias no ISEG. Fomos a primeira escola de economia e gestão fundada em Portugal e agora fazemos parte da maior universidade do país, a Universidade de Lisboa. Temos um programa de ensino de alto padrão, reconhecido por entidades e rankings ligados à educação internacionais, como Financial Times, AACSB ou AMBA, baseado numa cultura de inovação permanente e de colaboração contínua entre alunos e professores. Esta forte reputação provém da qualidade dos nossos graduados, do nosso corpo docente, da nossa investigação e do impacto das nossas atividades na comunidade. Oradores: Jorge ValaDoutorado em Psicologia Social pela Universidade de Louvain (1984), foi Professor Catedrático do ISCTE-UL e Investigador Coordenador no ICS da Univ. de Lisboa, instituição em que é presentemente Investigador Emérito. Tem trabalhado em Psicologia Social dos processos socio-cognitivos, nomeadamente no campo das representações sociais e ideologias, das normas sociais e das identidades sociais. Os projectos de investigação que tem em curso articulam estes processos com vista ao estudo do racismo e do preconceito, das migrações, das atitudes políticas, da justiça social e da validação do conhecimento quotidiano. Carolina Iglésias MartinsA sua carreira percorre os domínios da cultura, da tecnologia e da ética dedicando-se atualmente à Consultoria em Inclusão Digital e Ética em IA no International Institute of Water Management. Licenciada em Gestão Cultural e Comunicação, o seu percurso começou no dinâmico mundo da produção musical e da gestão de artistas, mais tarde, com um mestrado em Ciências Empresariais focado em sistemas de informação pelo ISEG e formação complementar em Liderança pela NOVA – School of Business and Economics, e Epistemologia pela Universidade de Oxford, Carolina Martins cultivou uma perspetiva única na intersecção da tecnologia, inovação e ética. A sua ampla visão e experiência foram também reconhecidas através da sua participação como membro observador no Comité Nacional 223 – Inteligência Artificial para a ISO/IEC JTC 1/SC 42. Maria João GuedesProfessora Associada com Agregação do ISEG-ULisboa e investigadora do Advance – Centro de Investigação Avançada do ISEG-ULisboa, do consórcio em Ciências Sociais e Gestão (CSG). É coordenadora do projeto POWER- Portuguese Women’s Equality Observatory e foi co-coordenadora do projeto Women on Boards (WoB) – Portugal. PhD em Gestão Financeira pelo Imperial College Business School, London, UK. Os seus interesses de investigação recaem na área de Corporate Governance. Em particular, tem desenvolvido trabalhos nas áreas de performance e sobrevivência das empresas através de uma perspetiva multidisciplinar, como liderança, género, igualdade, ciência política e elementos psicológicos e fisiológicos do comportamento do gestor que afetam as suas decisões de investimento e financiamento. Recebeu o Prémio Científico Universidade de Lisboa – Prémios Universidade de Lisboa/Caixa Geral de Depósitos e mais 3 Menções Honrosas. É co-coordenadora do Doutoramento em Gestão e do Master in Accounting. Lecciona as cadeiras de Corporate Governance, Accounting and Financial Reporting, Accounting, Research Methods in Accounting e Técnicas Quantitativas em Gestão. João PeixotoProfessor Catedrático no Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG) da Universidade de Lisboa e investigador no SOCIUS – Centro de Investigação em Sociologia Económica e das Organizações, da mesma instituição. Estudou Sociologia no ISCTE/Instituto Universitário de Lisboa e obteve o doutoramento em Sociologia Económica e das Organizações pelo ISEG/Universidade Técnica de Lisboa. As suas principais áreas de investigação são as migrações internacionais, demografia e sociologia económica. É autor de vários livros e artigos publicados em revistas nacionais e internacionais. Oradores Moderador Ciclo Conversas & Intérprete Língua Gestual Parceiro de Hospitalidade Cultura FNAC geral@festivalimpacto.org Acessibilidade para todosManifestoParceiros | Política de privacidade e cookies | © 2024 Festival Impacto
Idadismo: Quebrar Preconceitos, Valorizar Experiências
Idadismo: Quebrar Preconceitos, Valorizar Experiências 16 de fevereiro, 2024 18:20 Fórum Fnac Chiado O idadismo, uma realidade generalizada na sociedade, envolve a discriminação de indivíduos mais velhos através de estereótipos prejudiciais. Muitas vezes despercebido, este preconceito tem um impacto negativo não só na nossa população idosa, mas também nas nossas comunidades, empresas e sociedade em geral. A ideia errada de que envelhecer é sinónimo de declínio e fardo não só é incorrecta como também prejudicial. A questão vital é a seguinte: Como podemos nós, como indivíduos e como sociedade, promover ativamente uma abordagem mais positiva do envelhecimento? Com curadoria da Associação Portuguesa de Apoio à vítima (APAV) Oradores: Marta CarmoLicenciada em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa e com um Mestrado em Direito Internacional com uma especialização em Direitos Humanos.Desde 2017 integra a equipa de projectos da Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV), destacando o seu papel de liderança no projecto conjunto APAV e Fundação Calouste Gulbenkian – o relatório Portugal Mais Velho – um relatório que procurou identificar as lacunas das políticas públicas e da legislação em relação ao envelhecimento da população e à violência contra pessoas idosas. Stella Bettencourt da Câmara Licenciada em Política Social, Mestre em Sociologia pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa e doutorada em Gerontologia pela Universidade da Corunha. Na presente data é Professora, Coordenadora do Mestrado em Gerontologia Social e Coordenadora Científica do Curso de Formação Especializada em Sustentabilidade e Responsabilidade Humana assim como, investigadora no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas. As suas áreas de investigação são: Demografia, Despovoamento, Envelhecimento Demográfico, Gerontologia e Gerontologia Social, Relações Intergeracionais.Está profundamente ligada a diversas organizações que visam a promoção da dignificação, respeito, saúde, autonomia, participação e segurança das pessoas idosas, num quadro de envelhecimento ativo e de solidariedade intergeracional, como a Sociedade Portuguesa de Geriatria e Gerontologia, Associação Portuguesa de Demografia e Associação Portuguesa de Psicogerontologia. Paula GuimarãesLicenciada em Direito, trabalha há trinta anos nas áreas da economia social e responsabilidade social das empresas, com principal dedicação às causas dos direitos humanos e intervenção no domínio do envelhecimento, é coordenadora do Observatório da Responsabilidade Social e Instituições de Ensino Superior (ORSIES), uma rede colaborativa que fomenta a dimensão social das Instituições e promove a troca de experiências sobre as políticas e práticas de Responsabilidade Social. Dirigente associativa, formadora, promotora da Casa Museu Oliveira Guimarães e docente em pós-graduações e mestrados na área da sustentabilidade, economia social e envelhecimento. Foi Vice-Presidente do IRS, Diretora da Fundação Montepio e da Provedoria do Associado, Presidente do GRACE, Presidente do Júri Entidade Inclusiva, membro do júri do Prémio Caixa Social e do Prémio Gulbenkian, membro dos Conselhos Nacionais para a Saúde Mental, para o Mercado Social de Emprego e para a Política da Terceira Idade. Miguel ArriagaÉ Chefe da Divisão de Literacia, Saúde e Bem-Estar da Direção-Geral da Saúde (DGS) desde 2015. Como Professor na Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade da Beira Interior e na Escola Superior de Desporto de Rio Maior, lecciona disciplinas como Medicina Preventiva e Implementação de Políticas de Saúde. Envolvido em Acções Conjuntas Europeias, o seu foco inclui as Doenças Crónicas, a Promoção do Envelhecimento Saudável, as Desigualdades em Saúde e a Fragilidade, onde actua como Gestor de Qualidade da Ação Conjunta. Está ativamente envolvido em campanhas nacionais de promoção da saúde, com ênfase na literacia em saúde, e contribui para programas como o Programa Nacional de Saúde Escolar e o Programa Nacional de Prevenção de Acidentes. Além disso, trabalha na gestão do stress, primeiros socorros psicológicos e apoio psicossocial em situações de crise e emergência. A Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV) é uma instituição particular de solidariedade social, pessoa coletiva de utilidade pública, que tem como objetivo estatutário promover e contribuir para a informação, proteção e apoio aos cidadãos vítimas de infrações penais. É, em suma, uma organização sem fins lucrativos e de voluntariado, que apoia, de forma individualizada, qualificada e humanizada, vítimas de todos os crimes, através da prestação de serviços gratuitos e confidenciais. Fundada em 25 de junho de 1990, é uma instituição de âmbito nacional, localizando-se a sua sede em Lisboa e contando, atualmente, com 75 serviços de proximidade, compostos por uma 21Gabinetes de Apoio à Vítima, 4 Equipas Móveis de Apoio à Vítima, 32 Pólos de Atendimento em Itinerância, o Sistema Integrado de Apoio à Distância, no qual se inclui a Linha de Apoio à Vítima (116 006), 3 Sub-Redes de Apoio Especializado, 3 Casas de Abrigo e a Linha Internet Segura. Contactar a APAV Oradores Moderador Ciclo Conversas & Intérprete Língua Gestual Parceiro de Hospitalidade Cultura FNAC geral@festivalimpacto.org Acessibilidade para todosManifestoParceiros | Política de privacidade e cookies | © 2024 Festival Impacto